Neste domingo, 27, tem início o
novo Ano Litúrgico, com a primeira semana do Advento, cujo nome
significa "que está por vir". A Igreja convida os fiéis, neste tempo, a
viverem a expectativa para o Natal, com esperança e vigilância.
O
advento corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal e a
liturgia deste período tem dois aspectos: nas duas primeiras semanas,
acontece a preparação e reflexão para a segunda vinda gloriosa e
definitiva de Jesus, e nas duas últimas, os fiéis são motivados a uma
preparação especial para a celebração do nascimento de Jesus.
De
acordo com o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o
Advento é "o tempo de alegria e de satisfação interior, da comoção e da
harmonia, da ânsia fundamental, que caracterizam todos aqueles que
esperam por algo importante e decisivo, e que têm certeza de que vai
mudar a sua vida", destaca em seu artigo publicado pela arquidiocese.
O
sacerdote do Instituto Missionário Servos de Jesus Salvador, conhecidos
como Salvistas, padre Leão Pedro, ressalta também que neste período a
Igreja convida os cristãos a viverem com maior afinco a participação em
sua comunidade. "É um tempo de estar em comunhão com a Igreja. Cada fiel
deve se preparar para viver esse tempo como uma noiva se prepara para
receber o noivo, em atitude de continua oração", explica.
Nestes
dias, até mesmo os sinais e enfeites utilizados nas igrejas e nas casas
dos fiéis exteriorizam essa expectativa: a montagem da Árvore de Natal,
do presépio, na liturgia se utiliza a cor roxa, não se canta o glória
(guardando-o para a Noite de Natal), os instrumentos e as flores são
usados com mais moderação, para não antecipar a grande festa do dia 25.
sábado, 26 de novembro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
A grandiosidade do pequeno
Grandes edifícios são detalhados em uma pequena e simples maquete.
O papel de pão é o primeiro a receber a inspiração de uma canção.
Surpreendentemente, a eficácia do pequeno é impulso para supremacia do grande.
Complicado... Intrigante... O rei nasceu na manjedoura.
Por que o grande é barulhento e, embora comporte a muitos, não tem porta pra outros tantos.
O pequeno é detalhe, é silêncio... O pequeno é bebê, é querido, é cuidado.
Deixe que ele chegue. Que nele se acheguem... por que deles é o reino dos céus.
Deles é o grande, por que o grande possui muitos deles... O grande se escondeu em seus detalhes.
Não quero ter medo de ser gente grande. Posso reaprender a crescer para o pequeno.
O pequeno é mais fácil. É mais valorizado. Por que é simplesmente pequeno.
E por que sendo pequeno se torna mais simples. E por ser simples nos abre mais possibilidades.
Possibilidades valorizam detalhes. Valores possibilitam crescimento.
O grande sem pequenos detalhes é passageiro. O pequeno sem grandiosidades não é pequeno.
Rodrigo Marini
Membro de Aliança da Comunidade Unidos em Cristo
O papel de pão é o primeiro a receber a inspiração de uma canção.
Surpreendentemente, a eficácia do pequeno é impulso para supremacia do grande.
Complicado... Intrigante... O rei nasceu na manjedoura.
Por que o grande é barulhento e, embora comporte a muitos, não tem porta pra outros tantos.
O pequeno é detalhe, é silêncio... O pequeno é bebê, é querido, é cuidado.
Deixe que ele chegue. Que nele se acheguem... por que deles é o reino dos céus.
Deles é o grande, por que o grande possui muitos deles... O grande se escondeu em seus detalhes.
Não quero ter medo de ser gente grande. Posso reaprender a crescer para o pequeno.
O pequeno é mais fácil. É mais valorizado. Por que é simplesmente pequeno.
E por que sendo pequeno se torna mais simples. E por ser simples nos abre mais possibilidades.
Possibilidades valorizam detalhes. Valores possibilitam crescimento.
O grande sem pequenos detalhes é passageiro. O pequeno sem grandiosidades não é pequeno.
Rodrigo Marini
Membro de Aliança da Comunidade Unidos em Cristo
terça-feira, 4 de outubro de 2011
São Francisco de Assis
Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos.
Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a "Senhora Pobreza". Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: "Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?". Ele respondeu que ao amo. "Porque, então, transformas o amo em criado?", replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: "Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas".
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes.
A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria... Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida.
Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas.
O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!
Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a "Senhora Pobreza". Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: "Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?". Ele respondeu que ao amo. "Porque, então, transformas o amo em criado?", replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: "Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas".
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes.
A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria... Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida.
Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas.
O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Deus tem um projeto para os seus amigos
"Deus tem um projeto para os seus amigos, mas, infelizmente, a resposta do homem é frequentemente orientada à infidelidade, que se traduz em desprezo. O orgulho e o egoísmo impedem de reconhecer e acolher até mesmo o dom mais precioso de Deus: o seu Filho unigênito"
O Pontífice fez a reflexão a partir da parábola dos vinhateiros infiéis, aos quais um homem confiou a própria vinha para que a cultivassem e produzissem frutos. "O proprietário da vinha representa Deus mesmo, enquanto a vinha simboliza o seu povo, bem como a vida que Ele nos doa para que, com a sua graça e o nosso compromisso, façamos o bem", ensina.
Depois, quando envia seu próprio filho, os vinhateiros o prendem, conduzem-no para fora da vinha e o assassinam. "Deus entrega a si mesmo em nossas mãos, aceita fazer-se mistério insondável de fragilidade e manifesta a sua onipotência na fidelidade a um projeto de amor que, ao final, prevê, contudo, também a justa punição dos malvados", indica.
"Firmemente ancorados na fé na pedra angular que é Cristo, permaneçamos n'Ele como o fruto que não pode dar fruto por si mesmo se não permanece na videira. Somente n'Ele, por Ele e com Ele edifica-se a Igreja, povo da Nova Aliança".
Bento XVI também recordou que o Evangelho deste Domingo (Mt 21, 33-43) termina com uma advertência de Jesus, particularmente severa, destinada aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: "Ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele" (Mt 21,43).
"São palavras que fazem pensar sobre a grande responsabilidade de quem, em cada época, é chamado a trabalhar na vinha do Senhor, especialmente com papel de autoridade, e impulsionado a renovar a plena fidelidade a Cristo", afirmou.
Por fim, o Bispo de Roma lembrou que o Senhor sempre está próximo e atuante na história da humanidade, e nos acompanha também com a singular presença dos seus Anjos. "Desde o início até a hora da morte, a vida humana é circundada pela sua incessante proteção. E os Anjos fazem coroa à Augusta Rainha das Vitórias, a Beata Virgem Maria do Rosário, que no primeiro domingo de outubro, exatamente nesta hora, do Santuário de Pompeia e pelo mundo todo, acolhe a fervorosa Súplica, a fim de que seja derrotado o mal e revele-se, em plenitude, a bondade de Deus".
O encontro
O encontro do Santo Padre com cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 12h (horário de Roma - 7h no horário de Brasília). O Papa retornou no sábado, 1º, para o Vaticano, após os cerca de três meses que passou em repouso na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo.
O Pontífice fez a reflexão a partir da parábola dos vinhateiros infiéis, aos quais um homem confiou a própria vinha para que a cultivassem e produzissem frutos. "O proprietário da vinha representa Deus mesmo, enquanto a vinha simboliza o seu povo, bem como a vida que Ele nos doa para que, com a sua graça e o nosso compromisso, façamos o bem", ensina.
Depois, quando envia seu próprio filho, os vinhateiros o prendem, conduzem-no para fora da vinha e o assassinam. "Deus entrega a si mesmo em nossas mãos, aceita fazer-se mistério insondável de fragilidade e manifesta a sua onipotência na fidelidade a um projeto de amor que, ao final, prevê, contudo, também a justa punição dos malvados", indica.
"Firmemente ancorados na fé na pedra angular que é Cristo, permaneçamos n'Ele como o fruto que não pode dar fruto por si mesmo se não permanece na videira. Somente n'Ele, por Ele e com Ele edifica-se a Igreja, povo da Nova Aliança".
Bento XVI também recordou que o Evangelho deste Domingo (Mt 21, 33-43) termina com uma advertência de Jesus, particularmente severa, destinada aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: "Ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele" (Mt 21,43).
"São palavras que fazem pensar sobre a grande responsabilidade de quem, em cada época, é chamado a trabalhar na vinha do Senhor, especialmente com papel de autoridade, e impulsionado a renovar a plena fidelidade a Cristo", afirmou.
Por fim, o Bispo de Roma lembrou que o Senhor sempre está próximo e atuante na história da humanidade, e nos acompanha também com a singular presença dos seus Anjos. "Desde o início até a hora da morte, a vida humana é circundada pela sua incessante proteção. E os Anjos fazem coroa à Augusta Rainha das Vitórias, a Beata Virgem Maria do Rosário, que no primeiro domingo de outubro, exatamente nesta hora, do Santuário de Pompeia e pelo mundo todo, acolhe a fervorosa Súplica, a fim de que seja derrotado o mal e revele-se, em plenitude, a bondade de Deus".
O encontro
O encontro do Santo Padre com cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 12h (horário de Roma - 7h no horário de Brasília). O Papa retornou no sábado, 1º, para o Vaticano, após os cerca de três meses que passou em repouso na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Santos Arcanjos
Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra "Arcanjo" significa "Anjo principal". E a palavra "Anjo", por sua vez, significa "mensageiro".
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)
São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4).
São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)
São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4).
São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Bento XVI nomeia novo Arcebispo de Florianópolis
O Papa Bento XVI nomeou como novo Arcebispo de Florianópolis (SC) a Dom Wilson Tadeu Jönck, até agora Bispo de Tubarão (SC). A nomeação foi divulgada na manhã desta quarta-feira, 28.
A Arquidiocese de Florianópolis estava vacante desde janeiro deste ano, com a transferência de Dom Murilo Krieger para a Arquidiocese de Salvador (BA).
Dom Wilson
Estudou Filosofia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Brusque (SC), e Teologia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Ele tem especialização em Pedagogia e em Psicologia.
Antes de ser Bispo, Dom Wilson foi vigário em Varginha (MG), Pároco em Joinville (SC) e trabalhou como auxiliar na formação de Mestre de Noviço em Jaraguá do Sul (SC). Seu lema episcopal é “Amar é dar a Vida”.
A Arquidiocese de Florianópolis estava vacante desde janeiro deste ano, com a transferência de Dom Murilo Krieger para a Arquidiocese de Salvador (BA).
Dom Wilson
Estudou Filosofia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Brusque (SC), e Teologia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Ele tem especialização em Pedagogia e em Psicologia.
Antes de ser Bispo, Dom Wilson foi vigário em Varginha (MG), Pároco em Joinville (SC) e trabalhou como auxiliar na formação de Mestre de Noviço em Jaraguá do Sul (SC). Seu lema episcopal é “Amar é dar a Vida”.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Jesus não recusa pedidos que Maria lhe apresenta, diz Bento XVI
"Em todos os tempos e lugares, quando os cristãos se dirigem a Maria, deixam-se espontaneamente guiar pela certeza de que Jesus não pode recusar os pedidos que Lhe apresenta sua Mãe; e apoiam-se na confiança inabalável de que Maria é ao mesmo tempo também nossa Mãe". Bento XVI
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