sábado, 26 de novembro de 2011
Advento
O advento corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal e a liturgia deste período tem dois aspectos: nas duas primeiras semanas, acontece a preparação e reflexão para a segunda vinda gloriosa e definitiva de Jesus, e nas duas últimas, os fiéis são motivados a uma preparação especial para a celebração do nascimento de Jesus.
De acordo com o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o Advento é "o tempo de alegria e de satisfação interior, da comoção e da harmonia, da ânsia fundamental, que caracterizam todos aqueles que esperam por algo importante e decisivo, e que têm certeza de que vai mudar a sua vida", destaca em seu artigo publicado pela arquidiocese.
O sacerdote do Instituto Missionário Servos de Jesus Salvador, conhecidos como Salvistas, padre Leão Pedro, ressalta também que neste período a Igreja convida os cristãos a viverem com maior afinco a participação em sua comunidade. "É um tempo de estar em comunhão com a Igreja. Cada fiel deve se preparar para viver esse tempo como uma noiva se prepara para receber o noivo, em atitude de continua oração", explica.
Nestes dias, até mesmo os sinais e enfeites utilizados nas igrejas e nas casas dos fiéis exteriorizam essa expectativa: a montagem da Árvore de Natal, do presépio, na liturgia se utiliza a cor roxa, não se canta o glória (guardando-o para a Noite de Natal), os instrumentos e as flores são usados com mais moderação, para não antecipar a grande festa do dia 25.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
A grandiosidade do pequeno
O papel de pão é o primeiro a receber a inspiração de uma canção.
Surpreendentemente, a eficácia do pequeno é impulso para supremacia do grande.
Complicado... Intrigante... O rei nasceu na manjedoura.
Por que o grande é barulhento e, embora comporte a muitos, não tem porta pra outros tantos.
O pequeno é detalhe, é silêncio... O pequeno é bebê, é querido, é cuidado.
Deixe que ele chegue. Que nele se acheguem... por que deles é o reino dos céus.
Deles é o grande, por que o grande possui muitos deles... O grande se escondeu em seus detalhes.
Não quero ter medo de ser gente grande. Posso reaprender a crescer para o pequeno.
O pequeno é mais fácil. É mais valorizado. Por que é simplesmente pequeno.
E por que sendo pequeno se torna mais simples. E por ser simples nos abre mais possibilidades.
Possibilidades valorizam detalhes. Valores possibilitam crescimento.
O grande sem pequenos detalhes é passageiro. O pequeno sem grandiosidades não é pequeno.
Rodrigo Marini
Membro de Aliança da Comunidade Unidos em Cristo
terça-feira, 4 de outubro de 2011
São Francisco de Assis
Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a "Senhora Pobreza". Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: "Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?". Ele respondeu que ao amo. "Porque, então, transformas o amo em criado?", replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: "Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas".
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes.
A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria... Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida.
Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224. Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas.
O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Deus tem um projeto para os seus amigos
O Pontífice fez a reflexão a partir da parábola dos vinhateiros infiéis, aos quais um homem confiou a própria vinha para que a cultivassem e produzissem frutos. "O proprietário da vinha representa Deus mesmo, enquanto a vinha simboliza o seu povo, bem como a vida que Ele nos doa para que, com a sua graça e o nosso compromisso, façamos o bem", ensina.
Depois, quando envia seu próprio filho, os vinhateiros o prendem, conduzem-no para fora da vinha e o assassinam. "Deus entrega a si mesmo em nossas mãos, aceita fazer-se mistério insondável de fragilidade e manifesta a sua onipotência na fidelidade a um projeto de amor que, ao final, prevê, contudo, também a justa punição dos malvados", indica.
"Firmemente ancorados na fé na pedra angular que é Cristo, permaneçamos n'Ele como o fruto que não pode dar fruto por si mesmo se não permanece na videira. Somente n'Ele, por Ele e com Ele edifica-se a Igreja, povo da Nova Aliança".
Bento XVI também recordou que o Evangelho deste Domingo (Mt 21, 33-43) termina com uma advertência de Jesus, particularmente severa, destinada aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: "Ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele" (Mt 21,43).
"São palavras que fazem pensar sobre a grande responsabilidade de quem, em cada época, é chamado a trabalhar na vinha do Senhor, especialmente com papel de autoridade, e impulsionado a renovar a plena fidelidade a Cristo", afirmou.
Por fim, o Bispo de Roma lembrou que o Senhor sempre está próximo e atuante na história da humanidade, e nos acompanha também com a singular presença dos seus Anjos. "Desde o início até a hora da morte, a vida humana é circundada pela sua incessante proteção. E os Anjos fazem coroa à Augusta Rainha das Vitórias, a Beata Virgem Maria do Rosário, que no primeiro domingo de outubro, exatamente nesta hora, do Santuário de Pompeia e pelo mundo todo, acolhe a fervorosa Súplica, a fim de que seja derrotado o mal e revele-se, em plenitude, a bondade de Deus".
O encontro
O encontro do Santo Padre com cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 12h (horário de Roma - 7h no horário de Brasília). O Papa retornou no sábado, 1º, para o Vaticano, após os cerca de três meses que passou em repouso na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Santos Arcanjos
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)
São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4).
São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Bento XVI nomeia novo Arcebispo de Florianópolis
A Arquidiocese de Florianópolis estava vacante desde janeiro deste ano, com a transferência de Dom Murilo Krieger para a Arquidiocese de Salvador (BA).
Dom Wilson
Estudou Filosofia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Brusque (SC), e Teologia no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Ele tem especialização em Pedagogia e em Psicologia.
Antes de ser Bispo, Dom Wilson foi vigário em Varginha (MG), Pároco em Joinville (SC) e trabalhou como auxiliar na formação de Mestre de Noviço em Jaraguá do Sul (SC). Seu lema episcopal é “Amar é dar a Vida”.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Jesus não recusa pedidos que Maria lhe apresenta, diz Bento XVI
"Onde Deus está presente, existe esperança", afirma Bento XVI
“Agradeço a todos por estes dias estupendos, por tantos encontros pessoais e pelos inumeráveis sinais de atenção e de estima que me manifestaram”, disse o Pontífice.
O Santo Padre lembrou os momentos vividos na cidade de Berlim, Erfurt, Eichsfeld e Friburgo que durante estes dias, receberam a atenção do mundo pelo entusiamo dos católicos e pelos fortes discursos proferidos pelo Pontífice.
“Encorajo a Igreja na Alemanha a continuar, com força e confiança, o caminho da fé, que faz as pessoas voltarem às raízes, ao núcleo essencial da Boa Nova de Cristo”, enfatizou.
Ao final da colocação, Bento XVI detendo-se sobre o tema da visita “Onde há Deus, há futuro”, dirigiu palavras de esperança ao povo alemão.
“Onde Deus está presente, há esperança e abrem-se perspectivas novas e, frequentemente, inesperadas que vão para além do hoje e das coisas efêmeras”
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Como posso ser imagem e semelhança tua Senhor?
Pelo amor apenas, mas não qualquer amor, só aquele que vem de Vós Senhor.
Quando as duas vontades, a da alma e a Tua Senhor, de tal modo se unem e conformam que nada há em uma que contrarie a outra.
Tirando de nós, totalmente, o que não se identifica à vontade divina, permitindo a ação do Espírito, profundamente.
Libertando-nos dos apegos, dos desejos, daquilo que é apenas humano em nós.
Rude despojamento do que se é, do que se quer, para mergulharmos no Teu amor e sermos transformados nele.
Quanto mais deixarmos a Deus, pelo Seu Espírito, "a liberdade de realizar em nós as transformações necessárias, as transformações sobrenaturais"(São João da Cruz), mais daremos testemunho de nossa riqueza de amor e mais ainda teremos compreendido como nos tornamos semelhantes ao Senhor Jesus, seguindo seu próprio caminho de oferenda, que não pode ser senão caminho de amor. Isto é realizado por aquele que ama e olha a Palavra em seu coração:"Meu Pai o amará e viremos a ele e faremos nele a nossa morada"(Jo 14,23), segue o Rhema para cada tempo.
Não se pode instalar-se no amor. Vive-se o amor. Ele cresce, desenvolve-se, progride sempre, a menos que o deixemos decair.
Deus é Deus. Nós continuamos criaturas. Mas por participação no amor (S.João da Cruz), por graça, nos tornamos semelhantes a Ele.
(Baseado no Livro de Constant Tonnelier-cônego carmelita e os escritos de São João da Cruz)
Sandra Mara
Psicóloga e Consagrada da Comunidade Unidos em Cristo
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Missão: Termômetro de santidade!
Ao me converter, optando por Deus, eu escolho um caminho de luta para a santidade. Esse caminho normalmente tem altos e baixos, mas ao perseverar no amor de Deus, em pouco tempo é possível adquirir um certo domínio sobre esses instintos que nos levam ao pecado. Daí, na maioria das vezes, entramos em uma zona de conforto.
Se eu me sinto equilibrado o suficiente para encarar o mundo, aos poucos eu volto a me aproximar das coisas do mundo. Me envolvo em cenários que eu havia me afastado para que a cura interior pudesse se concretizar em minha vida. Até ai, nada de errado, desde que essa nossa recolocação no mundo não nos torne mesquinos demais.
O problema é que uma vez convertidos e vivendo os mandamentos do Senhor, nós nos achamos preparados para o céu, portanto, passamos a nos importar só com nossas coisas, pois acreditamos que se a morte chegar hoje ou amanhã, o nosso lugar no céu já está garantido. Pensar assim, no entanto, embora muito comum, é um erro grave!
Uma vez que estamos novamente envolvidos com mundo, precisamos enxergar como premissa a necessidade que as pessoas tem de encontrar-se verdadeiramente com o Senhor, do contrário, nós retornamos ao mundo achando que agora podemos recomeçar o processo de busca pelos nossas metas pessoais, o que também não teria nada de errado, desde que estivéssemos cientes de que a nossa primeira e primeira e principal obrigação é a evangelização.
Assumir essa missão, ao contrário do que muitos podem pensar, não é entregar a sua vida ao sofrimento. Ao servir a Deus no próximo, passamos a enxergar as feridas que existem no mundo, e cheios de compaixão, até os nossos problemas pessoais passam a ser menores. Cuidar da humanidade nos torna dóceis e amáveis para com a nossa família e amigos. Cuidar da humanidade nos faz sair dos nossos próprios problemas e assim, podemos entender que se não tivéssemos nos comprometidos em cuidar da ferida que há no mundo, estaríamos presos a nossa ferida, que muitas vezes é insignificante diante de tantos problemas.
Quantos santos da igreja se tornaram santos somente por que viveram a santidade?
Nenhum. Se analisarmos suas biografias, veremos histórias de luta, de garra, de muito trabalho!
E nós, como chegamos até aqui? E se chegamos, não foi graças a ajuda de pregadores, missionários, sacerdotes e tantas outras pessoas que cumpriram bem os seus papéis na evangelização? Nós precisamos ser como eles!
Não quero concluir esse escrito, muita coisa poderia ser colocada por aqui, mas para isso, eu precisaria da ajuda de outros servos para colocarem suas experiências a partir de suas missões, da mesma forma que Deus precisa de nós para sua obra.
Contudo, deixarei uma última consideração, para que essa reflexão se estenda em sua vida:
A nossa santidade não é apenas medida a partir da vitória sobre o pecado, mas também pelo nosso comprometimento com a missão deixada por Deus. E tome cuidado até mesmo com as tarefas e escolhas que tens tido no mundo, pois mesmo que elas não nos levem ao pecado, se a colocarmos na frente da obra de Deus, se tornam brechas para a invasão do inimigo, que age sutilmente. Esteja aonde estiver, carregue a sua cruz, e assuma o seu comprometimento com a obra de Deus acima de tudo!
Mateus 25, 14 – 30
14 Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. 15 A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu. 16 O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
17 Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois.
18 Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20 Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.
21 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22 E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei.
23 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24 Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste,
25 receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26 Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
27 Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.
28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.
29 Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30 E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.
Em resumo, se você serve a Deus, você multiplica os seus talentos;
Se você não serve a Deus, não multiplica os seus talentos. Mas também não os rouba, ou seja, diferente do filho pródigo, você não tira proveitos para si. É como o Cristão que não faz nada de errado, simplesmente vive a sua vidinha santa e humilde sem pecar, mas infelizmente, enterra o seu talento!
Isso nos confirma que não basta ser santo, é preciso tomar vergonha na cara e sair pelo mundo a fora levando essa boa nova para que esse tesouro de santidade se multiplique! Temos que transpirar santidade para todos!
Na paz de Jesus,
Rodrigo Marini
Membro de aliança da Comunidade Unidos em Cristo
Twitter: @RodrigoMarini_
sábado, 11 de junho de 2011
Ritmo da vida moderna gera doenças sociais
Segundo a psicóloga Elaine Ribeiro tais patologias tem sido estudadas e o que se constatou é que o modo do trabalho e as alterações na economia, ou seja, tudo aquilo que está ligado a uma condição ou estilo de vida, imprimiam um ritmo e uma exigência profissional que entrava em choque com o homem causando assim problemas psicossomáticos.
Essas doenças psicossomáticas chegam a gerar sofrimento físico como a gastrite, pressão alta, doenças cardiovasculares, obesidade, processos alérgicos e doenças de pele.
“O processo de adoecimento que tem origem na rotina ou modo de vida da população foi alterado drasticamente nas últimas décadas”, salienta a psicóloga.
O modelo produtivo do trabalho afetou diretamente a saúde da população. Como explica a especialista, as cobranças de eficácia, sucesso, superação, supervalorização do trabalho, velocidade nas informações, impõem ao homem uma necessidade constante de renovação e transformação, que quando não acompanhadas geram tais patologias.
O progresso da sociedade de alguma forma encobriu o que acontecia com a sociedade, avançando patologias que hoje são mais manifestas e expressivas.
“Na década de 80, estudos sistematizados começaram a ser feitos e tais constatações ficaram mais evidentes. Há uma grande contradição a partir destas constatações, pois muitas vezes, os problemas que originam os quadros que citei, são originados de comportamentos sociais ou das condições de vida, especialmente nas grandes cidades, e estão diretamente ligados à qualidade de vida que a população não desfruta”, esclarece Elaine.
A psicóloga explica que, em geral, quando alguém procura um médico apresentando sintomas ligados a essas patologias sociais, estes estão relacionados a uma vida exigente, cansativa e com poucas atividades de lazer.
“Percebemos que as respostas fisiológicas tratadas com medicamento, muitas vezes não reagem positivamente, ou reagem apenas na presença do medicamento. Tratamos os sintomas, mas não as causas sociais que geram este adoecimento”, conta.
Capitalismo e individualismo
A sociedade global, explica a socióloga Vera Araújo, docente da Instituto Sophia na Itália, perdeu suas referências, no sistema capitalista global. Neste sistema a satisfação pessoal, o culto ao próprio eu, está acima da busca pelo bem comum. Na compra de um produto, por exemplo, a maioria das pessoas não se preocupa com o procedimento de fabricação e suas causa ambientais e sociais, apenas se preocupa com a satisfação pessoal no ter.
"Na cultura da globalização se sublinha a identidade pessoal, ou seja o ator deve cuidar de si, não dos outros, ele deve ser egoísta se quer vencer, e isso não cria laços, pelo contrário, a globalização leva a instituição de relacionamentos virtuais em vez de relacionamentos pessoais, explica a Vera.
Para a estudiosa, a maior patologia trazida pela globalização é o egoísmo, o que significa uma pessoa pensar que pode crescer e amadurecer sem os outros. "O egoismo é uma auto destruição. Isso é um suicídio, primeiramente moral, espiritual e depois pode se tornar um suicídio até físico", salienta.
“O ritmo da modernização, as exigências capitalistas, dentre tantos outros motivos, incluindo este apego ao individualismo e as sociedades que valorizam o que a pessoa produz, contribuem significativamente para estas patologias e também para um sentimento de 'tenho valor por aquilo que sou capaz de produzir', complementa a psicóloga.
A elevação no nível de exigência nas organizações, a competitividade e outros aspectos educacionais, que nem sempre são acompanhados pelo ensino, por exemplo, trazem um dos primeiros descompassos entre desenvolvimento econômico e social e as lacunas no desenvolvimento e na preparação das pessoas para esta realidade, explica ainda a psicóloga.
“Se antes a sociedade era mais solidária (trocava-se arroz por galinha, frutas por verduras e não necessariamente o trabalho estava ligado a necessidade de ter muito dinheiro, mas com pouco se fazia muitas coisas), hoje ela se baseia em valores muito mais individuais, promovendo vazios existenciais e também o individualismo”, destaca Elaine.
Solidão global
Para a socióloga, a globalização não contribuiu para a formação de comunidades, ao contrário, fez surgir patologias sociais como a solidão global. “A globalização não uniu as pessoas e os povos, apenas os colocou em comunicação, não os colocou numa possibilidade de se doar e enriquecer uns aos outros”, salienta Vera.
Numa sociedade que vive processos produtivos e competitividade extrema, é possível perceber, segundo a psicóloga, que o isolamento natural das pessoas se dá pelo medo da violência, falta de confiança, facilidade de estabelecer vínculos virtuais.
“Muitas pessoas passam então a viver num mundo teoricamente mais seguro, preferindo estar em sua casa e relacionar-se com pessoas de qualquer parte do mundo, mas muitas vezes com medo do contato pessoal, da rejeição que possa sofrer e até mesmo, usufruindo da facilidade que a tecnologia oferece”, esclarece a psicóloga.
É possível fazer muitas coisas pelo computador: comprar, vender, pagar contas, escolher um carro, etc. Então, como destaca a psicóloga, muitos pensam: “Por que me arriscar?”
“As situações, muitas vezes são instantâneas, não geram vínculo e laço afetivo, ou alimentam fantasias que fazem com que as pessoas se sintam cada vez mais solitárias. Eu não me abro a novas possibilidades, não me relaciono pois não quero abrir mão daquilo que faço, sou e acredito, e com isto também não permito conviver com as diferenças”, elucida Elaine.
A sociedade precisa de amor verdadeiro
Para a socióloga, a mudança deste tipo de pensamento baseado no individualismo pode e deve começar em todas as estruturas da sociedade: na família, na escola, e até mesmo nas empresas, nos ambientes de trabalho e na política. É preciso construir uma cultura do amor. Aquele amor que nasce no coração das pessoas, amor genuíno que dá sem esperar nada em troca.
“Como salienta o Papa Bento XVI em sua Encíclica Caritas in Veritate, a lógica do dom da gratuidade só é entendida no Evangelho”, destaca a socióloga. A força propulsora para o desenvolvimento da humanidade, enfatiza Vera, é a capacidade de amar verdadeiramente ao exemplo de Cristo.
terça-feira, 22 de março de 2011
Água é um dos principais símbolos do Cristianismo
Especialmente no batismo, sacramento que é a porta de entrada à vida em comunhão com a Igreja de Cristo, que pela água o ser humano passa a ser filho de Deus, participante da vida da Trindade. "O próprio Jesus deixou-se batizar no Rio Jordão por João Batista. Ele se submeteu ao batismo para transformar nossa humanidade participante da vida de Deus. Por isso o batismo de Jesus tem um significado importante para a vida cristã”, explica o sacerdote.
Depois da Ressurreição, Jesus Cristo ordenou aos discípulos que fossem pelo mundo afora batizando as pessoas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, por isso a palavra batismo significa mergulho, assim o batizado mergulha na vida de Deus.
Padre Wagner lembra que São Paulo Apóstolo diz que batizar uma pessoa é mergulhá-la no mistério de Jesus. Assim esse sacramento insere os cristãos nesse mistério que se torna parte de suas vidas, transformando-os em filhos de Deus, discípulos de Jesus, membros da Igreja de Cristo. “A partir do batismo, o próprio Deus faz de nossos corações Sua morada. Recebemos por meio do batismo o dom do Espírito de Cristo Ressuscitado, ao ponto de dizermos como São Paulo 'não sou eu quem vive mais Cristo que vive em mim' (cf .Gl 2,20)", enfatiza.
Na cruz, uma lança transpassa o corpo de Cristo e Dele jorra sangue e água; neste momento do coração de Jesus jorra a fonte da graça. “A água simboliza o Espírito Santo que é derramado como fonte de graça para a salvação da humanidade, e o sangue de Cristo simboliza a salvação”, esclarece padre Wagner.
Também esses dois elementos, sangue e água, simbolizam os sacramentos: a água simboliza o sacramento do batismo e o sangue, o sacramento da Eucaristia.
“Jesus no mistério da sua morte, oferece a si mesmo à humanidade no mistério do batismo e da Eucaristia. Por meio da vida sacramental da Igreja entramos em comunhão com Jesus Cristo”, destaca o sacerdote.
Água, presente de Deus ao homem
No Livro do Gênesis, a água é descrita como fonte de vida dentro do mistério da criação. Padre Wagner ressalta que Deus cria a pessoa humana em comunhão com toda a natureza criada, sendo a água um dom, um presente Dele para o homem.
“O ser humano necessita de água para viver, para se lavar, para cozinhar os alimentos, etc. As pessoas devem saber respeitar a água e dar condições pra que seus semelhantes tenham acesso a ela. A água não é propriedade exclusiva de ninguém, mas deve ser um dom de Deus para todos”.
A preservação da água e de toda a natureza criada por Deus é objetivo central da Campanha da Fraternidade deste ano. A campanha promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) destaca que a “criação geme dores de parto” e pede por mais “Fraternidade e a Vida no Planeta”.
Em mensagem especialmente enviada à CNBB, o Papa Bento XVI salientou a importância da "mudança de mentalidade e atitudes para a salvaguarda da criação" proposta pela Campanha da Fraternidade 2011.
O Santo Padre ressalta primeiramente uma correta relação com o mundo buscando maior sensibilidade à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há uma certa epifania de Deus.
"O homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e àquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação. Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a 'ecologia humana'", enfatiza o Papa.
fonte: cancaonova.com
quarta-feira, 9 de março de 2011
De bem com a vida!
É importante estar bem com Deus, conosco e com os homens em geral. Quando não estamos bem numa dessas áreas, comprometemos as outras.
Trazemos heranças de nossos antepassados (nos aspectos bio-psico-social-religioso). Durante a vida, desde a gestação, somos sujeitos a traumas e muitos não resolvidos, ficam arquivados em nossa memória e por vezes, de forma inconsciente, atrapalham nosso relacionamento.
Algumas doenças têm origem no emocional e manifestam-se através de sintomas no corpo, parecendo até que tiveram origem no físico. São as chamadas psicossomáticas. O tratamento eficaz precisa atingir o corpo e a mente (bio-psicológico), não deixando de lado a área espiritual.
| DOENÇA como nos acomete | Estamos sujeitos a | É necessário tratamento | A prevenção deve ser constante |
| Corpo | Herança genética, vírus, bactérias, etc. | Clínico com medicamentos, vitaminas naturais e vacinas | Através da conscientização |
| Alma | Traumas ou experiências negativas | Terapêutico, restabelecendo o equilíbrio emocional | Afetividade equilibrada |
| Espírito | Contaminações ou maldições | Religioso buscando a caminhada espiritual | Rever o sentido da vida |
HERANÇA
Rom 7,14 – deixo de fazer o que quero e me vejo fazendo o que não quero.
Hereditário: refere-se a um atributo transmitido pelo menos por um ascendente e é pré-existente à concepção.
Hereditariedade psicológica é a transmissão aos descendentes de caracteres dos genitores na esfera das aptidões e inaptidões sensório-motoras e intelectuais (movimento/inteligência/entendimento).
Aptidão: potencial pré-existente, diferente de capacidade que é objeto de avaliação (esta depende do desenvolvimento natural da aptidão, da formação educativa e do exercício).
Exemplo: Pai médico não quer dizer que o filho será médico. Se o dom (herança) existir no filho, este só se manifestará apto se tiver oportunidade de desenvolver a capacidade, através da formação educativa e do exercício da profissão. Se o filho for inapto desse potencial, ele será médico por esforço, mas não por aptidão. Poderá ter aptidão de pedreiro, herdado do avô e por condição social ou de valores, nunca exercer tal aptidão, não desenvolver tal capacidade que poderia no entanto, dar bons frutos, chegando pelos estudos, à condição de um mestre de obras, arquiteto ou engenheiro civil.
Na esfera afetiva das tendências, gostos, preferências e atributos caracterológicos, devemos entender que:
Tendência – é uma força impulsionadora
Gosto – é uma inclinação, simpatia.
Preferência – é a prioridade.
Atributos caracterológicos – são as evidências, simples ou mais complexas de um fator ou vários.
ONDE ENTRAM OS TRAUMAS NA HERANÇA?
Exemplo: Gula, pode ser proveniente de trauma de fome dos antepassados. Algo agride um indivíduo, bloqueia a área das aptidões sensório motoras ou intelectuais ou a área afetiva das tendências, gostos, preferências e atributos caracterológicos, causando doenças ou sintomas como ansiedade, compulsões, depressão, etc. que podem ser transmitidos aos seus descendentes manifestando os mesmos sintomas, sem no entanto, a pessoa ter sofrido a mesma causa.
Exemplo: Uma pessoa é violentada sexualmente. Os traumas físicos só manifestam-se nela, os traumas psicológicos podem passar para outras gerações, manifestando-se com sintomas de aversão ou compulsão ao sexo, a opção pelo homossexualismo, medo do sexo ou algum distúrbio nesta área.
Certos traumas levam a uma “ferida” tão grande que podem desequilibrar o metabolismo. Esta carga genética negativa pode passar para outras gerações.
Padre D´Grandis, cita uma frase: “Tenho Jesus no coração, mas vovô em meus ossos”. É como se os atos e feitos negativos de nossos antepassados, entrassem em nosso sangue.
Herança física – a medicina diagnostica, dá prognósticos e trata.
Herança espiritual –A Bíblia nos cita sobre maldições até a 4ª.geração, mas que as bênçãos vão até a milésima (Êxodo 20,5-6).
Herança psicológica – no inconsciente pessoal, resumimos experiências de nossos ancestrais, assim conflitos não resolvidos ou mal resolvidos, podem passar de geração em geração.
GESTAÇÃO
A mãe tem consciência que ela e o filho são duas pessoas distintas, porém o bebê não entende muito bem e isso é confuso para ele: Quem sou eu? Quem é minha mãe? Por isso, os sentimentos e as emoções da mãe, confundem-se na criança. Muitos dos traumas aí podem instalar-se, por exemplo: a mãe não ama o bebê... o bebê não se ama! A mãe rejeita o bebê...o bebê tem baixa estima!
As experiências boas e más sofridas e vivenciadas pela mãe e o bebê, influenciam direta e indiretamente a nova vida que está se formando. Evidentemente a própria mãe também traz consigo as boas e más experiências que também viveu quando estava dentro do útero de sua mãe.
Os testemunhos falam por si, quando ouvimos casos de pessoas por exemplo, que foram geradas com braço em má posição e posteriormente já adultas, em certos momentos ou circunstâncias de suas vidas, sentem dores nos braços, sintomas que a medicina não consegue detectar o motivo ou a origem.
Pessoas por exemplo que sofreram rejeição do companheiro (o pai da criança) ou de familiares diretos (pai, mãe) ou amigos, acabam muitas vezes sem querer, transmitindo para o bebê o mesmo sentimento, o de rejeição e não é difícil que esta criança tenha futuramente dificuldades com a escola ou no relacionamento com outras pessoas.
Em alguns casos, cria-se uma forte dependência afetiva, que descontrolada pode se tornar negativa e irá ter influências futuras no convívio da mãe e do filho de maneiras não saudáveis. A mãe que por exemplo, renunciou a projetos de vida quando estava grávida, acaba por exigir do filho um retorno, que pode ser correspondido de forma não boa, refletindo uma carência e dependência afetiva/emocional difícil e negativa.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Catolicismo: única religião monoteísta que reverencia uma mulher
Segundo o teólogo, a Virgem Maria tem um papel determinante na Bíblia. No Novo Testamento e nos Atos dos Apóstolos, explica o professor, ela aparece poucas vezes, mas em momentos fundamentais: anunciação, nascimento de Cristo, primeiro milagre nas Bodas de Caná, aos pés da cruz e no nascimento da Igreja, no Pentecostes.
O estudioso destaca ainda é Maria a mulher que mostra os cumprimentos das palavras do Antigo Testamento, exemplo de fé e obediência: Ela reza os Salmos, cumpres os preceitos religiosos levando o menino Jesus ao Templo, e ao mesmo tempo é aquela que acolhe e medida as palavras de Cristo em seu coração.
Por meio dos quatro dogmas - virgindade, imaculada conceição, maternidade divina e assunção ao Céu - a Igreja Católica apresenta essa mulher extraordinária que é Maria, enfatiza o teólogo, e todos esses dogmas leva a Cristo. “Ao mesmo tempo que Deus é quem dá a Salvação Ele pede a colaboração humana, pedindo a Maria sua colaboração, e ela se mostra disposta e acredita. E tudo isso nos vem pelas mãos de uma mulher”, afirma.
E dizer que Maria é a mãe de Deus, para o professor, é a forma mais fácil de entender que Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem: “Virgem mãe filha do seu Filho”.
A visão de Maria assunta no céu mostra aos cristãos que a meta de todos não está na vida presente, como ressalta o professor, ao afirmar também que ela é aquela que participou primeiramente da salvação de Cristo, por meio dessa assunção.
“Não podemos dizer que falar de Maria nos afasta de Cristo porque tudo que é grande em Maria tem seu fundamento em Cristo”, destaca Lino Rampazzo.
As mulheres da Bíblia
O doutor em teologia salienta também a forte presenta feminina na Bíblia, lembrando as mulher que acompanhava Jesus e os apóstolos. “No momento mais difícil quando Jesus dá seu supremo testemunho na cruz há somente um homem presente e todas as outras eram mulheres. E no dia da ressurreição são as mulheres que vão no túmulo de Jesus”, elucida o professor.
Santo Ambrósio, por exemplo, define a importância de Maria Madalena chamando-a de “apóstola dos apóstolos”, justamente porque é ela quem anunciou a ressurreição aos discípulos.
As grandes mulheres da Igreja
Já no Livro do Gênesis, quando é explicada a criação da humanidade, Deus mostra o papel do homem e da mulher. “Dizer que mulher saiu da costela do homem, significa mostrar que ela não está acima ou abaixo, mas ao lado, a mulher é a companheira do homem, ela o completa. O homem não conseguiria traduzir todos os dons da humanidade se não colocasse a mulher ao seus lado”, enfatiza o teólogo.
Para Lino Rampazza, a mulher é o coração da sociedade e o seu maior dom é a afetividade; sem ela a sociedade seria fria e não perceberia todos os aspectos da realidade.
“Se olharmos as figuras dos grande homens, vemos ao seu lado a figura de uma mulher. Muitas vezes é uma mãe, esposa, uma filha, uma figura de uma mulher que o fez entender e agir melhor na sociedade”, destaca.
No decorrer dos séculos, as mulheres desempenham papéis de grande importância e notoriedade na Igreja e na sociedade. Entre elas, destacam-se as doutoras da Igreja - Santa Catarina de Sena, Santa Teresinha do Menino Jesus e Santa Teresa d'Ávila – , as grandes santas como Santa Clara de Assis, Santas Perpétua e Felicidade, as mártires Santa Águeda e Santa Luzia, e as grandes mulheres católicas do século XX como Madre Teresa de Calcutá e Chiara Lubich.
